Era algo que já queríamos antes desta "mania" de ser saudável e sustentável e, já agora, económico. Azeite bom! Já conhecíamos um lagar em São Brás de Alportel e queríamos lá ir. A conversa começou em Janeiro e foi-se arrastando... Ficámos de ir um fim-de-semana, e depois outro, e depois outro. Ligámos para saber o preço do azeite e ficámos a saber que já têm página na internet e fazem entregas. Mas como sempre, o valor da entrega era muito pouco compensador...
E nós estávamos numa de ir ao lagar. Num Sábado, metemo-nos os 3 no carro com 2 avós e lá fomos.
Os senhores foram muito muito simpáticos e até tivemos direito a uma visita para ver a maquinaria, o alambique da aguardente, a parte de embalagem e o processo de fabrico pré-mecanização. Tudo muito bem explicado e com direito a perguntas e respostas. Até a Peninha gostou!
Quando fomos pagar, afinal o preço já não era o mesmo. E ficámos a saber que segunda-feira ia aumentar. Isto porque a época do azeite não é todo o ano. Vínhamos completamente formatados pelo supermercado! A época do azeite é em Outubro: é quando há mais e é mais barato. Depois consoante o ano tenha sido mais ou menos seco e haja menos ou mais azeitona e a própria azeitona seja mais ou menos cheia, influencia também o preço final.
Trouxemos o nosso garrafão que esperamos que dê até meados de Outubro e uma das avós também trouxe um garrafão. Para utilizar, em vez do garrafão temos uma garrafinha de molhos, tipo chef, que vamos enchendo. O preço saiu ao preço de um bom azeite e é óptimo!
quinta-feira, 16 de abril de 2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Análise de resolução de ano novo
Bem que me tenho esforçado a procurar na Internet projectos do tipo daquele a que nos comprometemos no início do ano, mas a verdade é que não há nada parecido (que eu tenha encontrado).
Há muita coisa na área da reciclagem e reutilização de lixo doméstico, mas isso pressupõe fazer lixo e comprar esse mesmo lixo, que no fundo é o que evitamos.
Não sei em que ponto de situação fiquei na última vez, mas as conclusões a que chegámos ao momento são:
- já usamos guardanapos de pano quando estamos apenas os 3 em casa: com visitas é complicado, porque as pessoas não estão habituadas e não gostam e este era um dos pressupostos que tínhamos aplicado logo desde o princípio em relação aos guardanapos de pano - em caso de visitas não aplicar.
- cápsulas de café reutilizáveis: dão algum trabalho, pois tem de se tirar o café utilizado, passar por água e voltar a encher e o café é bastante diferente da tradicional bica. Estou tentada a experimentar uma daquelas clássicas máquinas de saco.
Por curiosidade, li no outro dia um artigo num jornal nacional em que o inventor das cápsulas informava que nunca pensou que fosse funcionar o conceito, por ser caro. Aliás, atendendo ao lixo que faz, se pudesse voltar atrás não teria desenvolvido o conceito.
- a horta continua em grande produção
- continuamos a produzir os nossos iogurtes e inclusivamente já estamos a fazer alguns produtos semelhantes
- acabámos com os garrafões de água em casa. A água da nossa casa não é adequada a consumo, serve apenas para banhos e lavagens, o que significa que até a sopa tem de levar água do garrafão. Eram demasiados garrafões por semana. Assim, temos uma máquina de água daquelas dos garrafões de 18.9l que são depois reenchidos. Negociámos o preço de forma a que a água ficou ao custo da que adquiríamos no supermercado, que apenas posso indicar que não era marca branca. Pagamos um valor mínimo de aluguer da máquina e obviamente que não temos os habituais copos de plástico que acompanham essas máquinas. São entregues em casa, o que também é ecológico.
- apenas compramos detergente de loiça e roupa, todas as restantes limpezas são feitas com vinagre de limpeza. É um vinagre próprio e a um preço apetecível que serve para limpar todas as divisões da casa e que tem óptimos resultados - aliás, usamos como abrilhantador na máquina da loiça e como amaciador e anti calcário na máquina da roupa.
- Quinta Colha Você Mesmo Espírito da Terra: era muito caro para tão pouca quantidade. optámos por ir todos os Sábados ao Mercado a Loulé. Confesso que é um sítio que gosto e que já me habituei e até já temos um talho eleito por lá.
- Sacos de plástico: já nem nos lembramos o que isso é. Nem nas férias os usamos! E para o lixo compramos sacos de lixo.
e assim vai esta resolução, da qual tenho algum orgulho por estes dias :) mas que não ficará por aqui de certeza
Há muita coisa na área da reciclagem e reutilização de lixo doméstico, mas isso pressupõe fazer lixo e comprar esse mesmo lixo, que no fundo é o que evitamos.
Não sei em que ponto de situação fiquei na última vez, mas as conclusões a que chegámos ao momento são:
- já usamos guardanapos de pano quando estamos apenas os 3 em casa: com visitas é complicado, porque as pessoas não estão habituadas e não gostam e este era um dos pressupostos que tínhamos aplicado logo desde o princípio em relação aos guardanapos de pano - em caso de visitas não aplicar.
- cápsulas de café reutilizáveis: dão algum trabalho, pois tem de se tirar o café utilizado, passar por água e voltar a encher e o café é bastante diferente da tradicional bica. Estou tentada a experimentar uma daquelas clássicas máquinas de saco.
Por curiosidade, li no outro dia um artigo num jornal nacional em que o inventor das cápsulas informava que nunca pensou que fosse funcionar o conceito, por ser caro. Aliás, atendendo ao lixo que faz, se pudesse voltar atrás não teria desenvolvido o conceito.
- a horta continua em grande produção
- continuamos a produzir os nossos iogurtes e inclusivamente já estamos a fazer alguns produtos semelhantes
- acabámos com os garrafões de água em casa. A água da nossa casa não é adequada a consumo, serve apenas para banhos e lavagens, o que significa que até a sopa tem de levar água do garrafão. Eram demasiados garrafões por semana. Assim, temos uma máquina de água daquelas dos garrafões de 18.9l que são depois reenchidos. Negociámos o preço de forma a que a água ficou ao custo da que adquiríamos no supermercado, que apenas posso indicar que não era marca branca. Pagamos um valor mínimo de aluguer da máquina e obviamente que não temos os habituais copos de plástico que acompanham essas máquinas. São entregues em casa, o que também é ecológico.
- apenas compramos detergente de loiça e roupa, todas as restantes limpezas são feitas com vinagre de limpeza. É um vinagre próprio e a um preço apetecível que serve para limpar todas as divisões da casa e que tem óptimos resultados - aliás, usamos como abrilhantador na máquina da loiça e como amaciador e anti calcário na máquina da roupa.
- Quinta Colha Você Mesmo Espírito da Terra: era muito caro para tão pouca quantidade. optámos por ir todos os Sábados ao Mercado a Loulé. Confesso que é um sítio que gosto e que já me habituei e até já temos um talho eleito por lá.
- Sacos de plástico: já nem nos lembramos o que isso é. Nem nas férias os usamos! E para o lixo compramos sacos de lixo.
e assim vai esta resolução, da qual tenho algum orgulho por estes dias :) mas que não ficará por aqui de certeza
Brilha brilha lá no céu
Não é um post a falar de uma estrelinha que nos deixou e que brilha agora lá no céu.
É um post sobre a música infantil "brilha brilha lá no céu", que de tão popular nem me vou preocupar em pôr links para o YouTube...
Quando a Peninha era levezinha e pequenina, naquela fase da vida em que eu tratava de tudo (trabalhar para pôr dinheiro em casa, educa-la, alimenta-la, mima-la, deita-la, vesti-la, cuidar dela, ama-la, passar tempo com ela, leva-la à escola, passar tempo com ela e disfrutar dela... nem me alongo mais por agora), tinha uma preocupação permanente, embora em baixa onda de rádio: que ela chorasse e acordasse à noite. Isso incomodaria os meus vizinhos do lado (literalmente a parede do meu quarto era a parede do quarto deles também...) além de que me deixaria um traste para seguir a odisseia 24 por 7 que tinha e cujas tarefas sucintamente descrevi acima.
Cedo pensei que a comunicação entre nós era uma prioridade para que nos entendêssemos e tivéssemos a melhor relação possível - obviamente que de dia e de noite! O momento de deitar era crucial e não tinha uma norma, contrariamente ao que todos esperavam. A cada noite chegava um momento em que eu julgava que ela ficaria bem na cama e acabaria por adormecer e deitava-a. Às vezes corria bem e ela adormecia num curto espaço de tempo e não voltava sequer a acordar sem ser no outro dia de manhã. Outras vezes acordava passadas 2 ou 3 horas mas adormecia novamente, embora raramente acordasse antes da manhã seguinte.
Mas vezes houve, obviamente - e hoje não nego, embora possa ter estado durante algum tempo em estado de negação sobre este assunto - em que ela se recusava sequer a encostar o seu corpinho no berço e fazia questão que todo o prédio soubesse que não estava para isso, alto e bom som. E outras em que até fingia que ia ficar mas... mas não. E não e não e não!
Nesses momentos menos coloridos socorri-me das técnicas do passado e comecei por me aliar à música do "João Pestana", mas essa música tinha a particularidade de deixar a Peninha sonolenta e por isso aumentava o grau de irritabilidade, choro, desconsolo e descontrolo. Com muita pena minha, por achar esse clássico infantil bonito e difícil de descarrilamentos vocais de maior, abandonei o "João Pestana" e adotei no imediato a "Brilha brilha lá no céu", também pouco dada a lesões auditivas infantis independentemente da perícia musical materna e com a vantagem de ser altamente popular e agradável.
Obviamente que a Peninha abanava logo a cabeça e estava a marimbar para a melodia... mas sortia sempre efeito, mesmo que demorasse. Virou presença habitual na nossa rotina. Qual o meu espanto quando neste último Natal, na festa da escola, na actuação da sala da Peninha, a música escolhida era o "brilha brilha", em que os pequenotes tinham uma estrela muito grande e brilhante à frente de cada uma das suas barriguinhas e ainda estrelinhas um pouco mais pequenas a cintilar nas suas mãozinhas. Saiu o DVD na escola, comprámos e está no primeiro lugar, TOP 1, lá de casa desde então... já lá vão 4 meses ininterruptos! Não há dia em que não toque, praticamente.
Nesta quarta-feira fomos jantar a casa da avó, como habitualmente. E qual não foi o meu espanto quando no caminho ela começou a cantar a música. Obviamente que não conseguia sair da parte do "brilha brilha" e ajudei-a e assim passou a um belo dueto maternal. Música para os meus ouvidos a sair daquela boca com aquele som atabalhuado! Até hoje não voltou a repetir a proeza (na escola não adora de forma alguma a professora de música), mas aqui no meu coração ficou aquele momento a brilhar para sempre e, uma vez mais, só nosso, "das duas", como ela diz.
É um post sobre a música infantil "brilha brilha lá no céu", que de tão popular nem me vou preocupar em pôr links para o YouTube...
Quando a Peninha era levezinha e pequenina, naquela fase da vida em que eu tratava de tudo (trabalhar para pôr dinheiro em casa, educa-la, alimenta-la, mima-la, deita-la, vesti-la, cuidar dela, ama-la, passar tempo com ela, leva-la à escola, passar tempo com ela e disfrutar dela... nem me alongo mais por agora), tinha uma preocupação permanente, embora em baixa onda de rádio: que ela chorasse e acordasse à noite. Isso incomodaria os meus vizinhos do lado (literalmente a parede do meu quarto era a parede do quarto deles também...) além de que me deixaria um traste para seguir a odisseia 24 por 7 que tinha e cujas tarefas sucintamente descrevi acima.
Cedo pensei que a comunicação entre nós era uma prioridade para que nos entendêssemos e tivéssemos a melhor relação possível - obviamente que de dia e de noite! O momento de deitar era crucial e não tinha uma norma, contrariamente ao que todos esperavam. A cada noite chegava um momento em que eu julgava que ela ficaria bem na cama e acabaria por adormecer e deitava-a. Às vezes corria bem e ela adormecia num curto espaço de tempo e não voltava sequer a acordar sem ser no outro dia de manhã. Outras vezes acordava passadas 2 ou 3 horas mas adormecia novamente, embora raramente acordasse antes da manhã seguinte.
Mas vezes houve, obviamente - e hoje não nego, embora possa ter estado durante algum tempo em estado de negação sobre este assunto - em que ela se recusava sequer a encostar o seu corpinho no berço e fazia questão que todo o prédio soubesse que não estava para isso, alto e bom som. E outras em que até fingia que ia ficar mas... mas não. E não e não e não!
Nesses momentos menos coloridos socorri-me das técnicas do passado e comecei por me aliar à música do "João Pestana", mas essa música tinha a particularidade de deixar a Peninha sonolenta e por isso aumentava o grau de irritabilidade, choro, desconsolo e descontrolo. Com muita pena minha, por achar esse clássico infantil bonito e difícil de descarrilamentos vocais de maior, abandonei o "João Pestana" e adotei no imediato a "Brilha brilha lá no céu", também pouco dada a lesões auditivas infantis independentemente da perícia musical materna e com a vantagem de ser altamente popular e agradável.
Obviamente que a Peninha abanava logo a cabeça e estava a marimbar para a melodia... mas sortia sempre efeito, mesmo que demorasse. Virou presença habitual na nossa rotina. Qual o meu espanto quando neste último Natal, na festa da escola, na actuação da sala da Peninha, a música escolhida era o "brilha brilha", em que os pequenotes tinham uma estrela muito grande e brilhante à frente de cada uma das suas barriguinhas e ainda estrelinhas um pouco mais pequenas a cintilar nas suas mãozinhas. Saiu o DVD na escola, comprámos e está no primeiro lugar, TOP 1, lá de casa desde então... já lá vão 4 meses ininterruptos! Não há dia em que não toque, praticamente.
Nesta quarta-feira fomos jantar a casa da avó, como habitualmente. E qual não foi o meu espanto quando no caminho ela começou a cantar a música. Obviamente que não conseguia sair da parte do "brilha brilha" e ajudei-a e assim passou a um belo dueto maternal. Música para os meus ouvidos a sair daquela boca com aquele som atabalhuado! Até hoje não voltou a repetir a proeza (na escola não adora de forma alguma a professora de música), mas aqui no meu coração ficou aquele momento a brilhar para sempre e, uma vez mais, só nosso, "das duas", como ela diz.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Monsenhor Vitor Feytor Pinto
Na sexta-feira tive a oportunidade e o imenso prazer de assistir a uma conferência com o Monsenhor Vitor Feytor Pinto com a temática da Santidade e da Família. Ouvir um homem tão inteligente e com tão especial poder oratório é especial. Chega até a ser mágico. Gostei muito da Boa Nova que trouxe de todas as mudanças a que se propõe a Igreja Católica para o curto prazo. É que eu precisava mesmo delas!
Não casei pela igreja porque não podia.
Batizei a minha filha porque ambos os pais quiseram.
Não deixo de me sentir olhada de lado muitas vezes por explicar a história de vida minha e da Peninha, mas esta Igreja de Alegria e Amor é o que me identifico.
Não casei pela igreja porque não podia.
Batizei a minha filha porque ambos os pais quiseram.
Não deixo de me sentir olhada de lado muitas vezes por explicar a história de vida minha e da Peninha, mas esta Igreja de Alegria e Amor é o que me identifico.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Ups!... Não reparei...
Ontem a Peninha decidiu sair de casa com o imenso balão em forma de Mickey (mais conhecido por Kikey cá pelo galinheiro) de manhã quando fomos para a escola. Enfiei os dois no banco de trás, ela a segurá-lo para ele não fugir. Discutiram os dois pelo caminho, como sempre discutem: ela quer que ele se chegue a ela, mas ele apesar daquelas orelhas enormes faz-se moco e não move uma palha. Ela tenta agarrá-lo, mas ele está longe, mais precisamente a preencher toda a área do espelho retrovisor do carro, a olhar para mim com aquele sorriso e aquele olhar. Eu tento empurra-lo mas estes bracinhos não o apanham nem sequer lhe tocam. E ela grita, urra, chora e depois recompõe-se e volta a insistir e ele... nada! Foi quando ela me pediu a chupeta... E eu... E eu ia-lhe dar, palavra que ia, mas reparei que no habitual rebuliço matinal de saída do galinheiro... a chupeta não tinha vindo. E até poderia estar o saco castanho no carro, aquele que a acompanha sempre que sai, mas ontem não era dia de ir jantar a casa da avó, pelo que também não estava.
Cresceu em mim um misto de vontade de culpá-la a ela e depois a mim (e como sempre ao PenaMan)... tive pena da educadora... mas enchi o peito de ar e enquanto o meu cérebro me forçava a mentir, a minha boca disse a verdade: não veio, não reparei e não tenho nenhuma no carro... Ninguém dramatizou a situação na escola, só mesmo eu.
Ao fim do dia, quando a fui buscar, no caminho olhei pelo retrovisor e vi aquelas orelhinhas espetadas, aquele olhar e aquela boca arqueada e pensei que quando chegasse à escola ela estivesse irada com o mundo. Com o mundo inteiro! Mas não estava.
Confessou-me outra auxiliar, que não a da sala dela, que não sabia, mas que no dia anterior tinha ouvido na hora da sesta sua educadora a queixar-se de que "és a única que usa chupeta ainda para dormir, não pode ser" e ontem não tinha ouvido nada...
À noite ainda pensámos continuar a aplicar o plano do esqueci-me e não reparei, mas quando foi para a cama interrompemos o plano até hoje à chegada à escola, por serem dias que vão fugir da rotina e vão ser atípicos.
Já tirei o Mickey do carro... quanto à chupeta, hoje reforcei a dose no carro, mas não ficou nenhuma na escola, embora me tenha lembrado e reparado bem.
Cresceu em mim um misto de vontade de culpá-la a ela e depois a mim (e como sempre ao PenaMan)... tive pena da educadora... mas enchi o peito de ar e enquanto o meu cérebro me forçava a mentir, a minha boca disse a verdade: não veio, não reparei e não tenho nenhuma no carro... Ninguém dramatizou a situação na escola, só mesmo eu.
Ao fim do dia, quando a fui buscar, no caminho olhei pelo retrovisor e vi aquelas orelhinhas espetadas, aquele olhar e aquela boca arqueada e pensei que quando chegasse à escola ela estivesse irada com o mundo. Com o mundo inteiro! Mas não estava.
Confessou-me outra auxiliar, que não a da sala dela, que não sabia, mas que no dia anterior tinha ouvido na hora da sesta sua educadora a queixar-se de que "és a única que usa chupeta ainda para dormir, não pode ser" e ontem não tinha ouvido nada...
À noite ainda pensámos continuar a aplicar o plano do esqueci-me e não reparei, mas quando foi para a cama interrompemos o plano até hoje à chegada à escola, por serem dias que vão fugir da rotina e vão ser atípicos.
Já tirei o Mickey do carro... quanto à chupeta, hoje reforcei a dose no carro, mas não ficou nenhuma na escola, embora me tenha lembrado e reparado bem.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
A horta biológica
Foi um fim-de-semana muito intenso neste nosso novo projecto.
Começámos por ir à nossa vizinha Horta Biológica Espírito da Terra e foi uma experiência fantástica. O acolhimento pelos proprietários foi muito simpático. A Peninha andou a ver os animais todos que por lá estão e que não são poucos: galinhas da Índia e Fracas, porquinhos da Índia, coelhos, um javali cruzado com porco vietnamita, um burro, uma cabra anã e cães. Fomos até junto da ribeira que ali passa e vimos a casa da árvore e toda a plantação em mandalas. Quem passa ali ao lado na estrada não imagina o tamanho da Horta. Depois trocámos algumas palavras com o proprietário, o Luís, e esperamos em breve começar a adquirir o nosso cabaz semana de agricultura biológica.
Ao princípio pode não fazer muito sentido a quantidade de 4-5-6 kg do cabaz, composto por 1 a 3 unidades de vegetal ou fruta da época. Mas a verdade é que é semanal e se for mais acaba por ser demais. Trocámos umas impressões com o Luís sobre este nosso projecto.
Depois fomos até à Reserva Agrícola de Vilamoura, onde há muitas ovelhas.
Ficámos a saber que o lagar do azeite é em São Brás de Alportel (Vilarinhos), onde iremos um destes dias. Ficámos a saber que já não se vende leite de vaca nas quintas. Descobrimos muita lenha de pinheiro por apanhar na Reserva Agrícola de Vilamoura. Adicionámos ao projecto criar Galinhas Fracas, porque consta que a carne é maravilhosa.
Começámos por ir à nossa vizinha Horta Biológica Espírito da Terra e foi uma experiência fantástica. O acolhimento pelos proprietários foi muito simpático. A Peninha andou a ver os animais todos que por lá estão e que não são poucos: galinhas da Índia e Fracas, porquinhos da Índia, coelhos, um javali cruzado com porco vietnamita, um burro, uma cabra anã e cães. Fomos até junto da ribeira que ali passa e vimos a casa da árvore e toda a plantação em mandalas. Quem passa ali ao lado na estrada não imagina o tamanho da Horta. Depois trocámos algumas palavras com o proprietário, o Luís, e esperamos em breve começar a adquirir o nosso cabaz semana de agricultura biológica.
Ao princípio pode não fazer muito sentido a quantidade de 4-5-6 kg do cabaz, composto por 1 a 3 unidades de vegetal ou fruta da época. Mas a verdade é que é semanal e se for mais acaba por ser demais. Trocámos umas impressões com o Luís sobre este nosso projecto.
Depois fomos até à Reserva Agrícola de Vilamoura, onde há muitas ovelhas.
Ficámos a saber que o lagar do azeite é em São Brás de Alportel (Vilarinhos), onde iremos um destes dias. Ficámos a saber que já não se vende leite de vaca nas quintas. Descobrimos muita lenha de pinheiro por apanhar na Reserva Agrícola de Vilamoura. Adicionámos ao projecto criar Galinhas Fracas, porque consta que a carne é maravilhosa.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
A Rotunda
Apresento a minha mais recente fobia: contornar uma rotunda com o outro carro ao lado daquele em que vou, estando o outro carro na faixa de fora (direita). Senhores, é com cada uma! Gostava de conseguir ver a rotunda da forma que esta pessoas vêm - deve ser cá uma alucinação.
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